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| Qual é a Igreja de Jesus Cristo? |
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| Escrito por Marlos Lira |
| Ter, 18 de Novembro de 2008 12:59 |
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Somente uma Igreja e uma religião foi querida por Jesus Cristo, é preciso ter o bom senso de admitir isso, pois a Bíblia é muito clara e a história não nos deixa dúvidas. Colocou autoridades visíveis para difundir sua doutrina ( Mt 16, 13-20 ; 28,18 ; Jo 17,18 ; 20,21 ; Lc 10,26 ; 1 Cor 5,20). Após a conversão de Constantino em 313 d.C. ao cristianismo, a Igreja passou a ser difundida por todo o Império, o Imperador só foi batizado no fim da vida em 337 d.C. e, apesar da sua grande dificuldade em se converter totalmente, fez um grande bem a Igreja que foi, aos poucos sendo conhecida como Universal (Católica), pois era uma igreja para todos. O pequeno grão de mostarda agora estava se tornando a maior das hortaliças com espaço para acolher a todas as aves do céu (Mateus 13, 31-33). Essa é a Igreja do Senhor. Começou como a menor e mais perseguida da história e agora é a maior e mais poderosa da história. A palavra de Jesus se realiza plenamente nela. De fato esta mesma Igreja ficou sujeita a erros terríveis no decorrer da história, mas isso ocorreu e ainda ocorre por ser composta por homens que em sua imperfeição se deixaram tomar pela vaidade e se afastaram da palavra de Jesus querendo fazer suas próprias vontades. O próprio Jesus Cristo previne os Apóstolos sobre o mal que cresceria junto a Igreja até o fim dos tempos, mas jamais a dominaria, (Mt 16,18) pois o Senhor da messe plantou o Trigo ( a Igreja), porém o Inimigo( Demônio) plantou o joio ( a vaidade) para confundir os fracos na fé e assim afastá-los do caminho. Infelizmente o joio só será arrancado no fim dos tempos para ser queimado. Mt 13,24-30 ; 36-43. À medida que os homens se cansam da Igreja de Jesus Cristo, começam a criar doutrinas que atendam as suas ecessidades. Por causa disso quando um não concorda com que o outro prega, acaba saindo e fundando sua própria greja do jeito que acha que é o certo. Deste modo vão moldando Deus de acordo com suas vontades e vaidades. Muitos, hoje em dia se retiram da Igreja Católica com o argumento de que estão cansados da pregação dos Padres, das missas e dos dógmas. Afirmam que a Igreja é antiquada e prega uma moral ultrapassada. Ora, o que a Igreja prega é a doutrina deixada por Cristo e ensinada pelos Apóstolos, isso não pode ser alterado simplesmente porque a humanidade perdeu a noção de certo e errado. Não é Deus que tem que fazer nossa vontade, mas nós é que devemos buscar a d’Ele. A Bíblia nos previne sobre estes tempos de apostasia (abandono da verdadeira fé) em várias citações. Um exemplo muito claro está na II carta de São Paulo a Timóteo 4,1-5. “Eu te conjuro, diante de Deus e de Cristo Jesus, que há de vir julgar os vivos e os mortos, pela sua aparição e por seu Reino: proclama a palavra, insiste, no tempo oportuno e no inoportuno, refuta, ameaça, exorta com toda paciência e doutrina. Pois virá um tempo em que alguns não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, segundo os seus próprios desejos, como que sentindo comichão nos ouvidos, se rodearão de mestres. Desviarão os seus ouvidos da verdade, orientando-os para as fábulas. Tu, porém, sê sóbrio em tudo, suporta o sofrimento, faze o trabalho de um evangelista, realiza plenamente o teu ministério”. Paulo fala claramente sobre estes que abandonam a verdadeira fé para seguirem outros caminhos, de modo que não atendem a Deus, mas a si próprios. Portanto é preciso se proteger dos inúmeros caminhos apresentados pelos homens e buscar o único e verdadeiro caminho que é Jesus Cristo nosso Senhor e Salvador. |
| Última atualização ( Qui, 20 de Novembro de 2008 12:18 ) |

A Bíblia não pode ser compreendida corretamente se for separada da Igreja, onde nasceu.
DURANTE a Reforma, por razões enormemente doutrinárias, os protestantes removeram sete livros do Antigo Testamento (Macabeus 1 e 2, Eclesiástico, Sabedoria, Baruque, Tobias e Judite) e partes de dois outros (Daniel e Ester), ainda que esses livros tenham sido considerados como canônicos desde o início da história da Igreja.
Desde os tempos apostólicos a Igreja ensina que os que morreram na amizade do Senhor, não só podem como estão orando pela salvação daqueles que ainda se encontram na terra. Tal conceito é conhecido como a intercessão dos santos.
Por suficiência material entendemos que todas as informações necessárias para se formular uma doutrina estão presentes nas Escrituras. Entretanto, pelo fato de o significado das Escrituras não ser totalmente claro, e algumas vezes as doutrinas se encontram mais implícitas que explícitas, outros "meios", além da Bíblia somente, foram- nos deixados pelos apóstolos: A Sagrada Tradição (que é a ferramenta que extrai as informações e as dispõe da forma correta) e o Magistério da Igreja. Juntas, estas três formas - a Sagrada Escritura, a Sagrada Tradição e o Magistério da Igreja - são formalmente suficientes para que se reconheça a verdade revelada por Deus.
Antes de explorar o título da única mediação de Cristo, seria prudente definir os termo. A palavra mediador geralmente possui dois significados. Em um estrito e primário sentido, refere-se à figura que se interpõe entre duas partes opostas para reconciliá-las. Há 4 componentes para esta definição: 1- intervenção pessoal; 2- de um princípio; 3- a intenção de efetivar uma reconciliação; 4- entre duas ou mais partes alienadas.


