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  • Você sabe quando?

    É de crer que, se os cristãos conhecessem melhor a história das denominações protestantes, não adeririam tão facilmente a elas ou as deixariam sem demora, porque perceberiam que são obras de homens que se opõem à intenção de Jesus Cristo; principalmente os católicos não se tornariam protestantes, pois, assim procedendo, abandonam a única Igreja fundada por Jesus Cristo para aderir a comunidades fundadas por homens, quinze ou mais séculos após Jesus.

    Será a mesma coisa seguir Jesus Cristo e seguir um "profeta" do século XVI ou XVII?

  • A Bíblia é a Palavra de Deus. Por que crer nisto?

    A Igreja, "coluna e fundamento da verdade"

    Fundamentalistas e evangélicos de todo tipo dizem que a Bíblia é a única regra de fé pela qual deve se guiar o crente. É o único e suficiente manancial - segundo eles - do qual brota toda a verdade infalível e necessária para a nossa salvação. Nada deve ser acrescentado à Bíblia, devendo nossa teologia se nutrir somente dela. Toda a verdade cristã se encontra nas suas páginas. Tudo o que não pertence à Bíblia ou é bem errôneo, ou é bem desnecessário, podendo se tornar obstáculo para o acesso a Deus.

  • A Bíblia não pode ser interpretada à margem da Igreja

    Pontos de meditação sobre a relação Bíblia-Igreja

    A Bíblia não pode ser compreendida corretamente se for separada da Igreja, onde nasceu.

    1. A Igreja não nasceu da Bíblia, porque a Igreja é anterior à Bíblia. Ou seja, primeiro veio a Igreja e dela nasceu a Bíblia. O mesmo se deu acerca de Israel, se nos referirmos ao Antigo Testamento (o que se deu também com a Igreja cristã, se nos referirmos ao Novo Testamento).

  • O Cânon do Antigo Testamento

    DURANTE a Reforma, por razões enormemente doutrinárias, os protestantes removeram sete livros do Antigo Testamento (Macabeus 1 e 2, Eclesiástico, Sabedoria, Baruque, Tobias e Judite) e partes de dois outros (Daniel e Ester), ainda que esses livros tenham sido considerados como canônicos desde o início da história da Igreja.

    Como escreve o historiador J. N. D. Kelly da Igreja Protestante, “deve ser observado que o Antigo Testamento, dessa maneira, admitido como oficial na Igreja era algo maior e mais abrangente (do que a Bíblia Protestante)... Sempre incluiu, embora com graus variáveis de reconhecimento, os assim chamados apócrifos ou livros deuterocanônicos” (Early Christian Doctrines, 53).

  • A Intercessão dos Santos

    Todos os santosDesde os tempos apostólicos a Igreja ensina que os que morreram na amizade do Senhor, não só podem como estão orando pela salvação daqueles que ainda se encontram na terra. Tal conceito é conhecido como a intercessão dos santos.

Home Dúvidas de Fé Igreja e Religiões A Igreja Católica e o Espiritismo
A Igreja Católica e o Espiritismo PDF Imprimir E-mail
Escrito por Marlos Lira   
Qui, 20 de Novembro de 2008 12:20

O Pe. QUEVEDO, em seu livro “Antes que os Demônios Voltem”, dá uma explicação cabal e completa de todos os fenômenos espíritas reduzindo-os a um plano unicamente humano, demonstrando claramente que são produto de fraudes ou de outros fenômenos psicológicos perfeitamente classificados e conhecidos pela ciência.

A doutrina espírita é expressamente condenada pela Bíblia. No AT o rei Saul foi rejeitado por Deus porque
consultou uma pitonisa (necromante) afim de falar com o espírito de Samuel.( 1 Sam 28,8ss). A doutrina básica do espiritismo orienta para a reencarnação enquanto toda a doutrina cristã tem por base a ressurreição. Reencarnação implica em outras vidas terrenas depois da presente enquanto que ressurreição numa única vida eterna junto com Deus para os bons, e afastada de Deus para os maus.

  • Para os cristãos Jesus é filho de Deus feito homem.
  • Para os espíritas é o modelo dos seres purificados por diversas reencarnações.
  • O essencial para o cristão é aceitar e assumir Jesus como filho de Deus.
  • O espiritismo apresenta jesus como o homem ideal e purificado.
  • É fundamental para o cristão crer que a salvação é fruto da graça e não meramente resultado dos esforços pessoais. Negar a importância da graça de Deus na salvação é tornar completamente inútil a paixão e morte de Jesus. O pecado original para os cristãos é a nódoa que manchou a humanidade e que somente o Batismo lava.
  • Para os espíritas o pecado original é o conjunto dos pecados pessoais que devem ser purificados em sucessivas reencarnações.

Autor: Padre José Perona