
CIFRAS
ESTATÍSTICAS
Membros : 11Conteúdo : 80
Links da Web : 18
Visualizações de Conteúdo : 107546
PESQUISA
|
| LBV e Catolicismo |
|
|
|
| Escrito por Marlos Lira |
| Qui, 20 de Novembro de 2008 12:33 |
|
Paiva Netto pretende criar uma nova religião na qual se encontrem todos os homens a partir de qualquer crença religiosa. É uma forma de dizer: a religião que Jesus implantou não serve, Zarur é que traz a verdade. O absurdo é evidente. Só este seria um motivo mais do que suficiente para rejeitar a LBV. A LBV é uma forma requintada de espiritismo. Portanto está fora de todo ;conceito cristão que não aceita comunicação com os mortos, a necromancia, duas humanidades e reencarnação. As praticas de caridade pregadas pela LBV estão num plano unicamente horizontal, sem nenhuma motivação religiosa. São ditadas unicamente pelo filantropismo, como as obras de caridade dos ateus e dos pagãos. O ecletismo religioso da LBV nada tem a ver com ecumenismo pregado pela Igreja. Nos encontros ecumênicos verdadeiros se procura unicamente estudar as divergências, ver os pontos em comum para encontrar um caminho de unidade, mas nunca se envereda pelo caminho do ecletismo que consiste em coletar o que de melhor existe nos diversas doutrinas e adotar o que se coletou, sem discernimento crítico se há contradições ou não com os princípios básicos da própria fé. FONTE: Revista Cidade Nova ano XL n.º 3 – março de 1998 |
| Última atualização ( Qui, 20 de Novembro de 2008 13:51 ) |

É de crer que, se os cristãos conhecessem melhor a história das denominações protestantes, não adeririam tão facilmente a elas ou as deixariam sem demora, porque perceberiam que são obras de homens que se opõem à intenção de Jesus Cristo; principalmente os católicos não se tornariam protestantes, pois, assim procedendo, abandonam a única Igreja fundada por Jesus Cristo para aderir a comunidades fundadas por homens, quinze ou mais séculos após Jesus.
Fundamentalistas e evangélicos de todo tipo dizem que a Bíblia é a única regra de fé pela qual deve se guiar o crente. É o único e suficiente manancial - segundo eles - do qual brota toda a verdade infalível e necessária para a nossa salvação. Nada deve ser acrescentado à Bíblia, devendo nossa teologia se nutrir somente dela. Toda a verdade cristã se encontra nas suas páginas. Tudo o que não pertence à Bíblia ou é bem errôneo, ou é bem desnecessário, podendo se tornar obstáculo para o acesso a Deus.
A Bíblia não pode ser compreendida corretamente se for separada da Igreja, onde nasceu.
DURANTE a Reforma, por razões enormemente doutrinárias, os protestantes removeram sete livros do Antigo Testamento (Macabeus 1 e 2, Eclesiástico, Sabedoria, Baruque, Tobias e Judite) e partes de dois outros (Daniel e Ester), ainda que esses livros tenham sido considerados como canônicos desde o início da história da Igreja.
Desde os tempos apostólicos a Igreja ensina que os que morreram na amizade do Senhor, não só podem como estão orando pela salvação daqueles que ainda se encontram na terra. Tal conceito é conhecido como a intercessão dos santos.


