jesus7.gif

CIFRAS


cifras com batidas
cifras sem pestana
cifras:

ESTATÍSTICAS

Membros : 11
Conteúdo : 80
Links da Web : 18
Visualizações de Conteúdo : 107219

PESQUISA

  • A Bíblia não pode ser interpretada à margem da Igreja

    Pontos de meditação sobre a relação Bíblia-Igreja

    A Bíblia não pode ser compreendida corretamente se for separada da Igreja, onde nasceu.

    1. A Igreja não nasceu da Bíblia, porque a Igreja é anterior à Bíblia. Ou seja, primeiro veio a Igreja e dela nasceu a Bíblia. O mesmo se deu acerca de Israel, se nos referirmos ao Antigo Testamento (o que se deu também com a Igreja cristã, se nos referirmos ao Novo Testamento).

  • O Cânon do Antigo Testamento

    DURANTE a Reforma, por razões enormemente doutrinárias, os protestantes removeram sete livros do Antigo Testamento (Macabeus 1 e 2, Eclesiástico, Sabedoria, Baruque, Tobias e Judite) e partes de dois outros (Daniel e Ester), ainda que esses livros tenham sido considerados como canônicos desde o início da história da Igreja.

    Como escreve o historiador J. N. D. Kelly da Igreja Protestante, “deve ser observado que o Antigo Testamento, dessa maneira, admitido como oficial na Igreja era algo maior e mais abrangente (do que a Bíblia Protestante)... Sempre incluiu, embora com graus variáveis de reconhecimento, os assim chamados apócrifos ou livros deuterocanônicos” (Early Christian Doctrines, 53).

  • A Intercessão dos Santos

    Todos os santosDesde os tempos apostólicos a Igreja ensina que os que morreram na amizade do Senhor, não só podem como estão orando pela salvação daqueles que ainda se encontram na terra. Tal conceito é conhecido como a intercessão dos santos.

  • A suficiência formal e material das Escrituras

    Por suficiência material entendemos que todas as informações necessárias para se formular uma doutrina estão presentes nas Escrituras. Entretanto, pelo fato de o significado das Escrituras não ser totalmente claro, e algumas vezes as doutrinas se encontram mais implícitas que explícitas, outros "meios", além da Bíblia somente, foram- nos deixados pelos apóstolos: A Sagrada Tradição (que é a ferramenta que extrai as informações e as dispõe da forma correta) e o Magistério da Igreja. Juntas, estas três formas - a Sagrada Escritura, a Sagrada Tradição e o Magistério da Igreja - são formalmente suficientes para que se reconheça a verdade revelada por Deus.

  • Mais reflexões sobre a intercessao dos santos

    Antes de explorar o título da única mediação de Cristo, seria prudente definir os termo. A palavra mediador geralmente possui dois significados. Em um estrito e primário sentido, refere-se  à figura que se interpõe entre duas partes opostas para reconciliá-las. Há 4 componentes para esta definição: 1- intervenção pessoal; 2- de um princípio; 3- a intenção de efetivar uma reconciliação; 4- entre duas ou mais partes alienadas.

Seicho-no-iê PDF Imprimir E-mail
Escrito por Marlos Lira   
Qui, 20 de Novembro de 2008 12:46
Fundada pelo japonês Masaharu Tanigushi. O movimento teve início em 1930 com o lançamento da revista SEICHO-NO-IÊ cuja tradução é Casa da Plenitude, isto é, a casa onde se encontra vida, amor, sabedoria, abundância e todos os demais bens em grau infinito. Em 1940 o governo japonês registrou a Seicho-no-iê como religião. Ela tem seu culto, suas mensagens doutrinárias, sua filosofia de vida numa bíblia particular chamada SEMEI NO JISSO.
É fundamentalmente eclética. Tem elementos de budismo, do xintoísmo, do gnosticismo, do ocultismo e do cristianismo. Seus principais artigos de fé podem ser resumidos em três pontos:
  • Não existe nenhuma realidade material, só realidades espirituais. As formas físicas, materiais são “sombras de luz celeste a se refletir sobre a terra”. Tudo o que acontece na terra é mero reflexo da mente. O Seicho-no-iê quer ajudar o homem a descobrir o verdadeiro mundo que se esconde atrás da ilusória aparência material.
  • O mal não existe, é pura ilusão da mente humana. As doenças e desgraças são os homens que as criam. Para quem cultiva pensamentos positivos não existe sensação de mal e a felicidade se torna uma realidade.
  • O pecado também não existe, é pura ilusão. É preciso apenas tirar da mente a idéia de pecado para o homem ser perfeito e puro como Deus o criou.
TANIGUCHI cita muitas vezes Cristo e o Evangelho e as cartas de São João. Todavia só cita o que combina com
aquilo que quer. É uma maneira de usar a Bíblia para confirmar o que pensa e não para procurar a verdade. A visão do homem e do mundo é panteista, ou seja, tudo é Deus e Deus é tudo. Não existe nada de Cristo nesta religião a não ser uso enganoso da Bíblia como forma de atrativo para cristãos desinformados.
FONTE: Revista Cidade Nova ano XL n.º 3 – março de 1998
Última atualização ( Qui, 20 de Novembro de 2008 13:50 )