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| Seicho-no-iê |
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| Escrito por Marlos Lira |
| Qui, 20 de Novembro de 2008 12:46 |
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Fundada pelo japonês Masaharu Tanigushi. O movimento teve início em 1930 com o lançamento da revista SEICHO-NO-IÊ cuja tradução é Casa da Plenitude, isto é, a casa onde se encontra vida, amor, sabedoria, abundância e todos os demais bens em grau infinito. Em 1940 o governo japonês registrou a Seicho-no-iê como religião. Ela tem seu culto, suas mensagens doutrinárias, sua filosofia de vida numa bíblia particular chamada SEMEI NO JISSO. É fundamentalmente eclética. Tem elementos de budismo, do xintoísmo, do gnosticismo, do ocultismo e do cristianismo. Seus principais artigos de fé podem ser resumidos em três pontos:
TANIGUCHI cita muitas vezes Cristo e o Evangelho e as cartas de São João. Todavia só cita o que combina com aquilo que quer. É uma maneira de usar a Bíblia para confirmar o que pensa e não para procurar a verdade. A visão do homem e do mundo é panteista, ou seja, tudo é Deus e Deus é tudo. Não existe nada de Cristo nesta religião a não ser uso enganoso da Bíblia como forma de atrativo para cristãos desinformados. FONTE: Revista Cidade Nova ano XL n.º 3 – março de 1998
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| Última atualização ( Qui, 20 de Novembro de 2008 13:50 ) |

A Bíblia não pode ser compreendida corretamente se for separada da Igreja, onde nasceu.
DURANTE a Reforma, por razões enormemente doutrinárias, os protestantes removeram sete livros do Antigo Testamento (Macabeus 1 e 2, Eclesiástico, Sabedoria, Baruque, Tobias e Judite) e partes de dois outros (Daniel e Ester), ainda que esses livros tenham sido considerados como canônicos desde o início da história da Igreja.
Desde os tempos apostólicos a Igreja ensina que os que morreram na amizade do Senhor, não só podem como estão orando pela salvação daqueles que ainda se encontram na terra. Tal conceito é conhecido como a intercessão dos santos.
Por suficiência material entendemos que todas as informações necessárias para se formular uma doutrina estão presentes nas Escrituras. Entretanto, pelo fato de o significado das Escrituras não ser totalmente claro, e algumas vezes as doutrinas se encontram mais implícitas que explícitas, outros "meios", além da Bíblia somente, foram- nos deixados pelos apóstolos: A Sagrada Tradição (que é a ferramenta que extrai as informações e as dispõe da forma correta) e o Magistério da Igreja. Juntas, estas três formas - a Sagrada Escritura, a Sagrada Tradição e o Magistério da Igreja - são formalmente suficientes para que se reconheça a verdade revelada por Deus.
Antes de explorar o título da única mediação de Cristo, seria prudente definir os termo. A palavra mediador geralmente possui dois significados. Em um estrito e primário sentido, refere-se à figura que se interpõe entre duas partes opostas para reconciliá-las. Há 4 componentes para esta definição: 1- intervenção pessoal; 2- de um princípio; 3- a intenção de efetivar uma reconciliação; 4- entre duas ou mais partes alienadas.


