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| Música Protestante e Música Católica |
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| Qui, 20 de Novembro de 2008 00:00 |
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Que fique claro: Não somos contra a música evangélica, muito pelo contrário. Apreciamos o talento dos músicos protestantes. A música evangélica possui uma qualidade e musicalidade profissionais em alguns casos muito superiores às músicas comerciais mundanas.
Como músicos católicos temos que melhorar demais a qualidade de som e dos arranjos de voz e instrumental, com excessão, é claro, de alguns que vêm caminhando nos últimos anos com grande ardor e dedicação, como Walmir Alencar, Adriana, Eugênio Jorge, Celina Borges, Amigos do Pai, Anjos de Resgate e outros. Temos músicas lindas, com excelente qualidade e espiritualidade abençoada. Muitas são inspiradas pelos anjos e transformam vidas. Feitas em momentos de adoração e muita oração. Creio que os católicos precisam conhecer melhor suas próprias músicas e valorizar mais os artistas de sua Igreja. Já vi muitos católicos que em shows evangélicos não têm pudor em pagar R$ 40,00 na entrada e acham caro pagar R$ 10,00 para ver um show católico. É por isso que eles têm equipamentos de primeiro mundo, iluminação de palco com superprodução de efeitos especiais. Afinal arrecadam muito dinheiro para investir. Eles contratam músicos profissionais para acompanhá-los nos shows e isso é um fato. Parabéns aos evangélicos, não acho que eles estejam errados neste ponto. Mesmo porque, a música é a principal arma contra o desânimo e esfriamento da fé. Pena que os Padres não sabem, ou fingem não saber disso. É por isso que amigos nossos, que tocaram conosco desistiram e hoje são músicos evangélicos. A música católica vive da espiritualidade, do talento, da paciência e da persistência dos seus músicos. Não há reuniões para discutir quais objetivos se quer alcançar com a composição de determinada música. Nós compomos, muitas vezes, diante do Santíssimo, em momentos de oração do terço e de muita solidão com Deus. São músicas simples... sem roupagens tecnológicas, sem investimentos financeiros, sem pretenções de premiações por cópias vendidas. Mas... e nas Missas! deve-se tocar músicas evangélicas? Olha o que diz Dom Estêvão Bettencourt: "Não é conveniente adotar cânticos protestantes em celebrações católicas pelas razões seguintes: 1) Lex orandi lex credendi (Nós oramos de acordo com aquilo que cremos). Isto quer dizer: existe grande afinidade entre as fórmulas de fé e as fórmulas de oração; a fé se exprime na oração, já diziam os escritores cristãos dos primeiros séculos. No século IV, por ocasião da controvérsia ariana (que debatia a Divindade do Filho), os hereges queriam incutir o arianismo através de hinos religiosos, ao que Santo Ambrósio opôs os hinos ambrosianos. Mais ainda: nos séculos XVII-XIX o Galicanismo propugnava a existência de Igrejas nacionais subordinadas não ao Papa, mas ao monarca. Em consequência foi criado o calendário galicano, no qual estava inserida a festa de São Napoleão, que podia ser entendido como um mártir da Igreja antiga ou como sendo o Imperador Napoleão. Pois bem, os protestantes têm seus cantos religiosos através de cuja letra se exprime a fé protestante. O católico que utiliza esses cânticos, não pode deixar de assimilar aos poucos a mentalidade protestante; esta é, em certos casos, mais subjetiva e sentimental do que a católica. 2) Os cantos protestantes ignoram verdades centrais do Cristianismo: a Eucaristia, a Comunhão dos Santos, a Igreja Mãe e Mestra... Esses temas não podem faltar numa autêntica espiritualidade cristã. 3) Deve-se estimular a produção de cânticos católicos com base na doutrina da fé." Autor: Estêvão Bettencourt, O.S.B. Fonte: http://www.mitranh.org.br Irmãos, a celebração da missa é o ponto mais alto de nossa religião. É o cerne, a razão da nossa fé, pois celebra o Cristo ressuscitado e este se faz presente verdadeiramente no pão e no vinho. As músicas que são cantadas para esta liturgia devem possuir em sua excência a intenção e a fé no Cristo Eucarístico. É um contra-senso colocar músicas que foram compostas por pessoas cuja espiritualidade abomina a Santa Eucaristia. Não faz sentido essa prática já que há tantas músicas católicas compostas para esse fim. Devemos lembrar que não é só uma questão de gosto, as músicas possuem uma espiritualidade especial que influenciam os nossos corações e pensamentos, mesmo que não percebamos o mundo espiritual existe e deve ser levado a sério. Nada contra em momentos de oração, shows ou outras reuniões se recorrer a alguma música evangélica, mas nas celebrações eucarísticas não é recomendável já que a espiritualidade da composição não combina com a espiritualidade do momento. Marlos Afonso |
| Última atualização ( Ter, 27 de Janeiro de 2009 10:37 ) |

Romanos 3,23 diz “com efeito, todos pecaram e todos estão privados da glória de Deus”. 1 João 1,8 acrescenta “se dizemos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós”. Estes textos não poderiam ser mais claros para milhões de protestantes: “Como poderia alguém acreditar que Maria estava livre de todo pecado à luz dessas passagens da Escritura?”. Além do mais, Maria mesma disse 'Meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador' em Lucas 1,47. Ela claramente se viu como uma pecadora se admite precisar de um salvador.”
Este texto visa responder ao apologista protestante William Webster pelo seu texto publicado em Christian Truth. Em um debate com o apologista protestante James White, do ministério Alfa e Ômega, fui direcionado a este site quando o mesmo fez referência sobre um documento conhecido com "Doação de Constantino" (Donatio Constantini ) também conhecido como "Decretos de Pseudo-Isidoro" ou simplesmente "Falsos Decretos". Estes foram supostamente dados pelo imperador Constantino ao Papa Silvestre I (314-335). Sem dúvida alguma, o documento é uma falsificação, tendo sido escrito entre 750 e 850 d.C.
Todo católico já deve ter sido interpelado por um protestante a respeito do uso das imagens na Igreja Católica. Suas perguntas nesta matéria sempre vêm com a acusação de que nós católicos somos idólatras porque fazemos uso das imagens. O mais interessante e também triste é que normalmente essas pessoas se dizem ex-católicas. E não me surpreendo em sempre verificar que foram “católicos” muito mal formados ou totalmente ignorantes da doutrina que dizem ter professado.
Muito se fala no meio protestante da autoridade suprema da Sagrada Escritura, que ela é norma de fé, Palavra de Deus inspirada, etc. e que, por isso mesmo, deve ser crida infalivelmente. Que ela é Palavra de Deus, não resta dúvidas, que é infalível – por provir do próprio Deus, também não. Que lhe devemos todo o assentimento de fé, estamos de pleno acordo, da mesma forma que concordamos que a Escritura é normativa para o cristão. O grande problema não está aí, mas sim no fato de que os protestantes colocam a Escritura como única norma de fé e prática. Nós católicos, temos como norma próxima de fé o Magistério, que se apóia nas Escrituras e na Tradição. Até porque é o próprio Magistério que nos diz o que é Escritura e o que é Tradição. Se não fosse o Magistério, não saberíamos diferenciar o que é realmente Tradição daquilo que seriam somente contos, que livros são Escritura inspirada por Deus ou não. Foi o Magistério, inspirado por Deus, que pôde distinguir quais livros deveriam fazer parte do cânon bíblico e quais deviam ser rejeitados.
Nos tempos da Idade Média, um pequeno grupo ensinava uma doutrina que ficou conhecida como Psicopaniquia, isto é, sono da alma após a morte. Nos tempos da Reforma Protestante, os Anabatistas retomaram esta doutrina. Com o fim dos Anabatistas, a Psicopaniquia, retornou aos círculos cristãos com o surgimento dos Adventistas do Sétimo Dia. Esta doutrina nega que o homem seja formado por alma espiritual e corpo material, reduzindo o homem a um corpo que é animado ou mantido somente por funções orgânicas. Veremos se tal postulado encontra amparo nas Sagradas Escrituras e na Tradição dos Apóstolos.


