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| Oração do Músico Cristão |
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| Escrito por José Carlos da Silva Ferreira |
| Qua, 25 de Março de 2009 15:34 |
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Senhor, Jesus Cristo, Somos notas diferentes na mesma pauta do Reino de Deus. Que possamos unir nossas diferenças para que a canção seja mais santa e mais bela. Alerta-nos para que saibamos obedecer os sinais de expressão: desde o pianíssimo e oculto serviço da composição, até à fortíssima visibilidade de nossa canção nos Meios de Comunicação. Acima de tudo, nós Te pedimos: lembra-nos que a clave é quem dá o nome, a altura e o significado de tudo o que cantamos. De todas as verdades, És o supremo cantor. |

Romanos 3,23 diz “com efeito, todos pecaram e todos estão privados da glória de Deus”. 1 João 1,8 acrescenta “se dizemos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós”. Estes textos não poderiam ser mais claros para milhões de protestantes: “Como poderia alguém acreditar que Maria estava livre de todo pecado à luz dessas passagens da Escritura?”. Além do mais, Maria mesma disse 'Meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador' em Lucas 1,47. Ela claramente se viu como uma pecadora se admite precisar de um salvador.”
Este texto visa responder ao apologista protestante William Webster pelo seu texto publicado em Christian Truth. Em um debate com o apologista protestante James White, do ministério Alfa e Ômega, fui direcionado a este site quando o mesmo fez referência sobre um documento conhecido com "Doação de Constantino" (Donatio Constantini ) também conhecido como "Decretos de Pseudo-Isidoro" ou simplesmente "Falsos Decretos". Estes foram supostamente dados pelo imperador Constantino ao Papa Silvestre I (314-335). Sem dúvida alguma, o documento é uma falsificação, tendo sido escrito entre 750 e 850 d.C.
Todo católico já deve ter sido interpelado por um protestante a respeito do uso das imagens na Igreja Católica. Suas perguntas nesta matéria sempre vêm com a acusação de que nós católicos somos idólatras porque fazemos uso das imagens. O mais interessante e também triste é que normalmente essas pessoas se dizem ex-católicas. E não me surpreendo em sempre verificar que foram “católicos” muito mal formados ou totalmente ignorantes da doutrina que dizem ter professado.
Muito se fala no meio protestante da autoridade suprema da Sagrada Escritura, que ela é norma de fé, Palavra de Deus inspirada, etc. e que, por isso mesmo, deve ser crida infalivelmente. Que ela é Palavra de Deus, não resta dúvidas, que é infalível – por provir do próprio Deus, também não. Que lhe devemos todo o assentimento de fé, estamos de pleno acordo, da mesma forma que concordamos que a Escritura é normativa para o cristão. O grande problema não está aí, mas sim no fato de que os protestantes colocam a Escritura como única norma de fé e prática. Nós católicos, temos como norma próxima de fé o Magistério, que se apóia nas Escrituras e na Tradição. Até porque é o próprio Magistério que nos diz o que é Escritura e o que é Tradição. Se não fosse o Magistério, não saberíamos diferenciar o que é realmente Tradição daquilo que seriam somente contos, que livros são Escritura inspirada por Deus ou não. Foi o Magistério, inspirado por Deus, que pôde distinguir quais livros deveriam fazer parte do cânon bíblico e quais deviam ser rejeitados.
Nos tempos da Idade Média, um pequeno grupo ensinava uma doutrina que ficou conhecida como Psicopaniquia, isto é, sono da alma após a morte. Nos tempos da Reforma Protestante, os Anabatistas retomaram esta doutrina. Com o fim dos Anabatistas, a Psicopaniquia, retornou aos círculos cristãos com o surgimento dos Adventistas do Sétimo Dia. Esta doutrina nega que o homem seja formado por alma espiritual e corpo material, reduzindo o homem a um corpo que é animado ou mantido somente por funções orgânicas. Veremos se tal postulado encontra amparo nas Sagradas Escrituras e na Tradição dos Apóstolos.


