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ESTATÍSTICAS
Membros : 11Conteúdo : 80
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PESQUISA
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| Grupo Kýrios |
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| Escrito por Administrator |
| Qui, 12 de Outubro de 2006 07:00 |
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O Grupo Kýrios surgiu em 5 de julho de 1995 na Paróquia São Judas Tadeu. O objetivo era suprir a necessidade de um grupo de músicos que se dedicasse inteiramente às missas da Paróquia. Na época não haviam muitas bandas católicas que fisessem esse trabalho. Elas estavam mais em grandes centros como São Paulo e Belo Horizonte.
![]() O grupo começou com apenas dois membros: Marlos e Arcelino. O primeiro arranhando um pouco no violão e o segundo tentando fazer o possível no contra-baixo. Ambos cantavam em praticamente todas as missas da paróquia, inclusive algumas durante a semana. Aos poucos outras pessoas acharam que valia a pena investir em um trabalho como esse. Entrou então Wendel com seu atabaque muito bem tocado que animou bastante as missas dos jovens e outros pequenos eventos de catequese e do grupo de jovens JOBAC (Jovens em Oração Buscando o Amor de Cristo). Muitas parcerias foram feitas com o JOBAC. Surgiram trabalhos como: Despertai Comunidade, hoje conhecido como Levanta-te, Reflexões comunitárias nas quadras, Terços comunitários, Missas nas quadras e muitos outros. Após quase 1 (um) ano tocando apenas os três, outras pessoas compuseram o grupo. O Arcelino infelizmente afastou-se, mas entraram Antônio e Otávio. Um no contra-baixo e o outro no violão. O Wendel aprendeu a tocar bateria e então começamos a crescer sem parar. Não demorou muito para que Wagner (teclados e voz), Nelly (voz), Gil (voz) e Fabiana (voz) entrassem também para a glória de Deus. Com o afastamento do Wendel após quase 2 anos conosco, ficamos sem baterista por mais de 1 (um) ano, então Deus nos enviou o João com seu jeito de menino. Rapidamente se entrosou e fizemos grandes trabalhos juntos como a celebração penitencial do Hallel, a animação infantil para as crianças no Hallelzinho, bar cristão na ceilândia, shows nas praças da QNL, Taguatinga Sul e paróquia São José. Nessa época participou por bastante tempo do grupo, o Weslley tocando seu violão. Outras pessoas ajudaram muitas vezes em diversas ocasiões e abrilhantaram ainda mais os trabalhos que o grupo desenvolviam. Otávio se afastou, mas tivemos Ellar (vocal), Leandro (guitarra solo), Dete (vocal), Sandriane (vocal) e Franksor (guitarra base), destes apenas a Dete permaneceu conosco. Com o passar dos anos a Gil também seguiu seu caminho. Mas nós permanecemos na São Judas Tadeu ajudando em tudo que podíamos. Festas juninas, festas do padroeiro, missas campais, semana santa, Natal, retiros e encontros. Estivemos dedicados integralmente à São Judas Tadeu por 6 (seis) anos. Com a autorização do Padre George fomos auxiliar a Paróquia Santa Cruz Santa Edwiges que solicitou nossa ajuda para um trabalho de incentivo a comunidade para que frequentassem a Missa. Este período foi marcado com a pacífica presença do Quênio, que com seu violão e grande humildade ajudou bastante nosso grupo, principalmente no quesito espiritualidade. O Quênio já não toca mais conosco, todavia estamos sempre em contato, ele está atualmente na Rádio Maria desempenhando um belo trabalho. Permanecemos por 4 (quatro) anos nas liturgias, tocando três domingos por mês nas missas das 19:30h. Lá aprimoramos muito os vocais e conquistamos a confiança da comunidade que nos adotou com muito carinho e respeito. Aliás, as 32 pessoas que freqüentavam a Missa das 19:30h multiplicaram-se e no primeiro ano os frequëntadores assíduos atingiram a marca dos 140. Aos poucos outros grupos surgiram no intuito de nos ajudar, pois o compromisso distante de nossas residências nos causava muito cansaço e às vezes o deslocamento tinha que ser feito de ônibus pela falta de combustível para abastecer o carro. Então, com a chegada de um novo pároco, ficamos com 2 (duas) missas ao mês. Assim podiamos nos dedicar a outras atividades, como encontros e retiros, que sempre foi nosso forte em animação e coordenação. Atualmente os grupos de liturgia da Paróquia Santa Cruz Santa Edwiges cresceram bastante e conseguem assumir com muita competência todas as missas, assim nosso grupo permanece apenas com o 5° (quinto) domingo do mês, quando há, para auxiliar e oferecer seus dons ao nosso Senhor e Deus nas missas paroquiais. Também trabalhamos o teatro com excelente desempenho em retiros e paróquias. A evangelização com pregações, testemunhos, palestras sobre música, doutrina, oração e fé sempre fiseram parte de nossa caminhada. Graças a Deus tudo isso nos ajudou a não desistirmos também, mesmo porquê, nunca, em momento algum, foi fácil e Deus sabe. No entanto a proteção de Maria Santíssima jamais permitiu que abandonassemos a obra do Senhor. Hoje os remanescentes dessas histórias com alguns anos de evangelização, shows, encontros e principalmente Missas na bagagem são: Nelly (voz), Dete (voz), Wagner (teclado e voz) e Marlos (violão e voz). Outros mais jovens, pelo menos na caminhada conosco, chegaram para somar com seu talento e estamos torcendo para que jamais se afastem. São eles: Zaika Capita (voz e excelente atriz), Elvis (voz e contra-baixo), Leonardo (voz e saxofone) e Paulo (bateria). Eles nos mostram com sua presença que Deus ainda nos quer nesse trabalho. Estamos com missas na Paróquia Nossa Senhora das Vitórias (Vicente Pires), Santa Cruz Santa Edwiges (Asa Sul) e mais recentemente na Paróquia São Sebastião (Taguatinga Norte). "A alegria do Senhor é nossa força." Grupo Kýrios - Espírito e Vida. Música cristã por um mundo mais feliz, um céu mais lotado e um inferno mais vazio. |
| Última atualização ( Ter, 27 de Janeiro de 2009 10:37 ) |

Romanos 3,23 diz “com efeito, todos pecaram e todos estão privados da glória de Deus”. 1 João 1,8 acrescenta “se dizemos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós”. Estes textos não poderiam ser mais claros para milhões de protestantes: “Como poderia alguém acreditar que Maria estava livre de todo pecado à luz dessas passagens da Escritura?”. Além do mais, Maria mesma disse 'Meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador' em Lucas 1,47. Ela claramente se viu como uma pecadora se admite precisar de um salvador.”
Este texto visa responder ao apologista protestante William Webster pelo seu texto publicado em Christian Truth. Em um debate com o apologista protestante James White, do ministério Alfa e Ômega, fui direcionado a este site quando o mesmo fez referência sobre um documento conhecido com "Doação de Constantino" (Donatio Constantini ) também conhecido como "Decretos de Pseudo-Isidoro" ou simplesmente "Falsos Decretos". Estes foram supostamente dados pelo imperador Constantino ao Papa Silvestre I (314-335). Sem dúvida alguma, o documento é uma falsificação, tendo sido escrito entre 750 e 850 d.C.
Todo católico já deve ter sido interpelado por um protestante a respeito do uso das imagens na Igreja Católica. Suas perguntas nesta matéria sempre vêm com a acusação de que nós católicos somos idólatras porque fazemos uso das imagens. O mais interessante e também triste é que normalmente essas pessoas se dizem ex-católicas. E não me surpreendo em sempre verificar que foram “católicos” muito mal formados ou totalmente ignorantes da doutrina que dizem ter professado.
Muito se fala no meio protestante da autoridade suprema da Sagrada Escritura, que ela é norma de fé, Palavra de Deus inspirada, etc. e que, por isso mesmo, deve ser crida infalivelmente. Que ela é Palavra de Deus, não resta dúvidas, que é infalível – por provir do próprio Deus, também não. Que lhe devemos todo o assentimento de fé, estamos de pleno acordo, da mesma forma que concordamos que a Escritura é normativa para o cristão. O grande problema não está aí, mas sim no fato de que os protestantes colocam a Escritura como única norma de fé e prática. Nós católicos, temos como norma próxima de fé o Magistério, que se apóia nas Escrituras e na Tradição. Até porque é o próprio Magistério que nos diz o que é Escritura e o que é Tradição. Se não fosse o Magistério, não saberíamos diferenciar o que é realmente Tradição daquilo que seriam somente contos, que livros são Escritura inspirada por Deus ou não. Foi o Magistério, inspirado por Deus, que pôde distinguir quais livros deveriam fazer parte do cânon bíblico e quais deviam ser rejeitados.
Nos tempos da Idade Média, um pequeno grupo ensinava uma doutrina que ficou conhecida como Psicopaniquia, isto é, sono da alma após a morte. Nos tempos da Reforma Protestante, os Anabatistas retomaram esta doutrina. Com o fim dos Anabatistas, a Psicopaniquia, retornou aos círculos cristãos com o surgimento dos Adventistas do Sétimo Dia. Esta doutrina nega que o homem seja formado por alma espiritual e corpo material, reduzindo o homem a um corpo que é animado ou mantido somente por funções orgânicas. Veremos se tal postulado encontra amparo nas Sagradas Escrituras e na Tradição dos Apóstolos.
Quem somos?



Durante esse tempo não assumimos nenhuma outra atividade que não fosse da Paróquia. Com o surgimento de outras bandas tivemos nosso equipamento compartilhado com elas para que pudessem crescer também. Aos poucos fomos assumindo outras atividades fora da paróquia, pois ficávamos em média três meses sem nenhuma atividade, já que as que desempenhávamos foram divididas com mais 8 (oito) grupos.