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  • Ave Maria, Concebida sem Pecado

    Romanos 3,23 diz “com efeito, todos pecaram e todos estão privados da glória de Deus”. 1 João 1,8 acrescenta “se dizemos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós”. Estes textos não poderiam ser mais claros para milhões de protestantes: “Como poderia alguém acreditar que Maria estava livre de todo pecado à luz dessas passagens da Escritura?”. Além do mais, Maria mesma disse 'Meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador' em Lucas 1,47. Ela claramente se viu como uma pecadora se admite precisar de um salvador.”

     

  • Os falsos Decretos de Isidoro

    Este texto visa responder ao apologista protestante William Webster pelo seu texto publicado em Christian Truth. Em um debate com o apologista protestante James White, do ministério Alfa e Ômega, fui direcionado a este site quando o mesmo fez referência sobre um documento conhecido com "Doação de Constantino" (Donatio Constantini ) também conhecido como "Decretos de Pseudo-Isidoro" ou simplesmente "Falsos Decretos". Estes foram supostamente dados pelo imperador Constantino ao Papa Silvestre I (314-335). Sem dúvida alguma, o documento é uma falsificação, tendo sido escrito entre 750 e 850 d.C.

  • Os católicos adoram os santos?

    "Pela tarde chegaram os dois anjos a Sodoma. Lot, que estava assentado à porta da cidade, ao vê-los, levantou-se e foi-lhes ao encontro e prostrou-se com o rosto por terra" (Gn 19,1).

    Todo católico já deve ter sido interpelado por um protestante a respeito do uso das imagens na Igreja Católica. Suas perguntas nesta matéria sempre vêm com a acusação de que nós católicos somos idólatras porque fazemos uso das imagens. O mais interessante e também triste é que normalmente essas pessoas se dizem ex-católicas. E não me surpreendo em sempre verificar que foram “católicos” muito mal formados ou totalmente ignorantes da doutrina que dizem ter professado.

  • Que autoridade prevalece?

    Muito se fala no meio protestante da autoridade suprema da Sagrada Escritura, que ela é norma de fé, Palavra de Deus inspirada, etc. e que, por isso mesmo, deve ser crida infalivelmente. Que ela é Palavra de Deus, não resta dúvidas, que é infalível – por provir do próprio Deus, também não. Que lhe devemos todo o assentimento de fé, estamos de pleno acordo, da mesma forma que concordamos que a Escritura é normativa para o cristão. O grande problema não está aí, mas sim no fato de que os protestantes colocam a Escritura como única norma de fé e prática. Nós católicos, temos como norma próxima de fé o Magistério, que se apóia nas Escrituras e na Tradição. Até porque é o próprio Magistério que nos diz o que é Escritura e o que é Tradição. Se não fosse o Magistério, não saberíamos diferenciar o que é realmente Tradição daquilo que seriam somente contos, que livros são Escritura inspirada por Deus ou não. Foi o Magistério, inspirado por Deus, que pôde distinguir quais livros deveriam fazer parte do cânon bíblico e quais deviam ser rejeitados.

  • Os mortos estão dormindo?

    "E o pó volte à terra, como era, e o espírito volte a Deus que o deu" (Ecl 12,7).

    Introdução

    Nos tempos da Idade Média, um pequeno grupo ensinava uma doutrina que ficou conhecida como Psicopaniquia, isto é, sono da alma após a morte. Nos tempos da Reforma Protestante, os Anabatistas retomaram esta doutrina. Com o fim dos Anabatistas, a Psicopaniquia, retornou aos círculos cristãos com o surgimento dos Adventistas do Sétimo Dia. Esta doutrina nega que o homem seja formado por alma espiritual e corpo material, reduzindo o homem a um corpo que é animado ou mantido somente por funções orgânicas. Veremos se tal postulado encontra amparo nas Sagradas Escrituras e na Tradição dos Apóstolos.

Home Notícias O que significa Kýrios?
O que significa Kýrios? PDF Imprimir E-mail
Qui, 06 de Novembro de 2008 09:59

KYRIOS: como adjetivo significa no grego clássico poderoso, autoritário. Como substantivo to Kyrios significa senhor, soberano. Em grego existe a palavra despotes que significa dono com implicações de uma soberania total que pode chegar até a arbitrariedade. Referido aos deuses, somente no Oriente, eles eram senhores da realidade, pois o destino estava em suas mãos.

Unicamente no século I aC aparece a frase Kyrios basileus [Senhor Rei]. Augusto será chamado Theós kai Kyrios [Deus e Senhor]. De Nero sabemos que se intitulou ‘o tou pantos kosmou Kyrios [Senhor de todo o mundo]. Domiciano arrogou-se o título de Dominus et Deus noster [Senhor e deus nosso].

símbolo do grupoNa setenta (LXX) Kyrios aparece mais de 9 mil vezes para traduzir adon [o que manda] e como tal se refere 190 vezes aos homens, 15 vezes para baal [dono de uma esposa ou terreno]. Mas principalmente, à parte outros nomes hebraicos como Gebir, ou Mara, adoanai [meu senhor] substitui perto de 6150 vezes o nome próprio do tetragrama YHWH. Porém os manuscritos mais antigos da LXX agora disponíveis, conservam o tetragrama escrito com caracteres hebraicos dentro do texto grego.

Um manuscrito da LXX tem traduzido o tetragrama por IAO, nome de Deus em cananeu. Parece que no tempo de Jesus a leitura em grego do tetragrama era Kyrios, embora estivesse escrito dentro do texto grego como YHWH. Filo usa Theós para o poder misericordioso e Kyrios para o poder soberano. No NT das 717 passagens em que aparece a palavra Kyrios a maioria é de Lucas(210) e Paulo(275) Marcos 18, Mateus 80 e João 52. Nos interessa Jesus como Kyrios. Responde ao título de Rabbi ou talvez a mari[meu senhor]Mc 9, 5. b) Após a ressurreição usa-se o título Kyrios Iesous que na realidade é uma confissão: Jesus (é)Senhor. O título tem confirmação na passagem de Tomé ho Kyrios mou kai ho theos mou [O meu Senhor e o meu Deus] (Jo 20, 28). Mas a admissão do título de Senhor foi feita implicitamente pelo próprio Jesus quando pergunta como Davi chama a um descendente [o Messias] de Senhor (Mc 12, 37).

 

Autor: Pe. Ignácio dos padres escolápios

Para ler o artigo completo do Pe. Ignácio acesse o link abaixo.

Fonte: Presbítero Virtual